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quinta-feira, janeiro 07, 2010

Os melhores dos anos 0...ou simplesmente os que adorei...#2


A Vida dos Outros
titulo original:
(Das Leben der Anderen)

lançamento:
2006 (Alemanha)

dirreção
: Florian Henckel von Donnersmarck

terça-feira, janeiro 05, 2010

terça-feira, abril 22, 2008

O arroz cozido

É pena que o investimento em tentar criar novos públicos se tenha convertido neste produto sem objectivo definido.
Primeiro deram-nos risotto, agora temos arroz cozido!

Bióloga Sasha Lima comparando a antiga Festa da Música de René Martin e o actual produto substituto "Os Dias da Música".
in publico.pt

quinta-feira, abril 10, 2008

Vistas curtas

A Conatel (reguladora estatal dos media da Venezuela) classificou a série de televisão Os Simpsons como "imprópria para crianças", e ordenou ao canal Televen que deixe de a emitir.
(...) O programa que vai substituir Os Simpsons na grelha da Televen é também de origem americana - repetições das últimas temporadas de Marés Vivas (Baywatch, a série sobre nadadores-salvadores que popularizou David Hasselhoff e Pamela Anderson).

in publico.pt

quarta-feira, março 19, 2008

Hot

Porquê Hot Clube?

Naquela época, o jazz era considerado uma música hot.

A propósito do 60º aniversário do Hot Clube Português
in tsf

quinta-feira, janeiro 31, 2008

Odiar também educa

(...) devo dizer que também não acredito em arte sem sólida experiência no fracasso. Existem precedentes. Em 1853, a estreia de La Traviata, de Verdi, foi um desastre completo, vista como demasiado moderna para o tempo. E quando em 1950 o maior dramaturgo brasileiro do século passado, Nelson Rodrigues, estreou Doroteia, as reacções foram tão más que, segundo palavras do próprio Nelson, tratou-se do "maior fracasso do Ocidente. Nem minha mãe gostou." Não conheço livro, filme ou ópera que seja absolutamente consensual, nem mesmo para as mães. Odiar também educa.

A propósito da ópera Das Märshen, de Emmanuel Nunes, que provocou um êxodo maciço no São Carlos.
Pedro Lomba in DN

sexta-feira, dezembro 28, 2007

"Há um limite. E ele não está longe"

Carlos do Carmo, com 45 anos de carreira, comentando o seu futuro artístico em Grande Entrevista com Judite de Sousa
in RTP

sábado, dezembro 15, 2007

Perfeitos Milagres (*)

O escritor Jacinto Lucas Pires vai estrear-se no universo do fado ao assinar a letra de uma canção do próximo disco de Camané, registo com lançamento previsto para o final de Março de 2008.

in Correio da Manhã
(*) Título do mais recente livro de Jacinto Lucas Pires

domingo, dezembro 09, 2007

Meaning of life (*)

"Ele disse-me: "Não quero morrer sem editar Momente." E recebeu a edição no dia da sua morte. É o sentido de uma vida realizada."

Declarações de Pedro Amaral, compositor, referindo-se à morte do compositor contemporâneo Karlheinz Stockhausen
(*)Monthy Python

sábado, agosto 11, 2007

Incrível tasca móvel

OQueStrada
Se esta rua fosse minha
eu mandava ladrilha-la
com pedrinhas de rubi
só para o meu amor passar
Extraído de Se esta rua fosse minha dos OQueStrada

quarta-feira, julho 04, 2007

Maravilhosa forma de vida

Um álbum inédito de Amália Rodrigues deverá ser editado antes do final do ano.

in DN

quarta-feira, maio 23, 2007

Destino e sorte

Vou mexer-te no destino... vou mudar-te a sorte

Extraído de fado de Ana Moura

sexta-feira, maio 11, 2007

Países latinos

Em Itália, a desculpa e a culpa é sempre dos outros são os pensamentos dominantes.

Nani Moretti entrevistado em Pessoal e Transmissível

quarta-feira, maio 09, 2007

Que estranha forma de vida.

"A maior parte do tempo não percebo sobre o que está a cantar Amália Rodriguez (sic). Mas a música é tão fervorosa, consigo dizer que é uma luta. Acontece-me o mesmo com música religiosa.
Estou muito cansada de religião, mas depois ouvimos música religiosa e inspira-nos. Durante 10 ou 11 anos, até gravar "Medúlla", não ouvia vocalistas; queria descobrir a minha própria voz. Depois disso comecei a ouvir carradas de vocalistas, música coral, e Amália".
Extraído de entrevista a Bjork
in suplemento Ipsilon

segunda-feira, abril 23, 2007

Sublime espectáculo

Sábado, 21 Abril, 23h30
Bernardo Sassetti e Mário Laginha a interpretar Zeca Afonso

Bernardo Sassetti e Mário Laginha juntos para interpretar Zeca Afonso, um projecto que já deu origem a Grândolas, um disco de 2004. A atitude descomplexada com que pegam em Zeca Afonso é louvável, mas os resultados são discutíveis. Menos interessante foi, por exemplo, a versão de Os Vampiros, que abriu o concerto: na frase musical de "eles comem tudo", não encontrámos quase nada da energia poética e política da canção. Mais bem achadas são por exemplo as versões de Era um redondo vocábulo (é sobretudo o carácter da canção que é objecto de citação), Venham mais cinco ou Somos filhos da madrugada (também aqui a atitude enérgica dos pianistas deu sentido às variações sobre o tema). Noutros momentos, as coisas são complicadas. Tocar Grândola é talvez o mais difícil, de tal forma essa canção-símbolo da revolução tem uma força emotiva, musical e política própria, a que é impossível fugir. Mas foi um bom concerto, e é saudável que Zeca Afonso seja redescoberto como grande compositor e cantor que foi e que seja fonte de novas criações e não de sacralização. A forma de estar e o à-vontade de Laginha e Sassetti durante o concerto e nos encores do final, sem vedetismos, são uma homenagem a Zeca Afonso.
in publico.pt

sexta-feira, fevereiro 23, 2007

Utopia dos impossíveis

Na quinta-feira, a Assembleia da República aprovou por unanimidade um voto em que considera que o Parlamento não seria a «casa da democracia» sem o contributo do seu som.

No voto, os deputados declararam que «faz-nos falta ainda o cidadão que buscava o dia-a-dia a utopia dos impossíveis», evocando o autor como alguém que deu «um som e um ritmo ao Portugal de Abril».

Os partidos representados no parlamento consideraram ainda que Zeca Afonso abriu «caminho a um novo percurso» na música contemporânea portuguesa, lembrando que se «dava bem com os simples e marginais, mas era avesso a regras e dogmas».

«Limitou-se a escrever, a fazer música, a cantar e a estar onde os outros evitaram estar. Com isso, incomodou e desarrumou a ordem e o sistema. Por isso, o prenderam e impediram de exercer a sua profissão de professor», acrescenta o voto.

in tsf.pt

Comboio descendente

Agora, uma música um pouco dançável para um poeta muito pouco dançante, Fernando Pessoa.

Comentário de José Afonso no concerto do coliseu de Lisboa.

Estigma político muito forte

"Ele era uma pessoa politicamente empenhada mas, além disso, há a obra poética que é excelente e há o legado musical que é incontornável.
Parece-me que o estigma político é muito forte, como se houvesse uma incompatibilidade entre o empenhamento político e a qualidade musical."
Talvez seja preciso passar mais tempo, conclui. "A próxima geração estará distante politicamente e poderá, por isso, ter um olhar menos preconceituoso sobre a obra."

Janita Salomé falando de José Afonso in DN

Um mestre entre os mestres

O Zeca está ao nível dos maiores..dum Bob Dylan... dum Leo Ferré... dum John Lennon... dum Jacques Brel...
José Mario Branco falando de José Afonso
in TSF

À espera do seu momento

(...) os músicos importantes são aqueles que resistem ao seu tempo. E se há uma coisa boa na modernidade é que tudo fica registado, preservado.
À espera do seu momento. Bach só foi descoberto muito mais tarde, não foi?
Manuel Rocha, da Brigada Vítor Jara falando de José Afonso
in DN