Mostrar mensagens com a etiqueta A Liberdade Está a Passar Por Aqui. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta A Liberdade Está a Passar Por Aqui. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, março 21, 2011
sábado, janeiro 29, 2011
sexta-feira, outubro 22, 2010
Fome de liberdade
O Parlamento Europeu atribuiu esta quinta-feira o Prémio Sakharov a Guillermo Fariñas, o dissidente cubano que esteve em greve de fome pela libertação de presos políticos no seu país.
publico.pt,21out10
terça-feira, setembro 21, 2010
A complicação existe dentro de nós
Por ser um sítio em que se procura descomplicar todas as coisas, um mosteiro pode parecer um local apetecível para fugir do mundo complicado.
"Mas a complicação existe dentro de nós e quando aqui chegamos compreendemos que mesmo levando uma vida simples continuamos a complicar", garante o monge.
E como é que se descomplica, afinal? Ri-se.
"É um processo de purificação muito longo.
Às vezes, demora a vida inteira". E cansativo.
Alguns cansam-se pelo caminho.
frei José Luís Farinha, o único monge português da Ordem de Cister, entrevistado pelo jornal i, 18set10
segunda-feira, março 01, 2010
"Atentado ao Estado de Direito" strito sensu #2
o PGR não encontrou, nas escutas que ouviu, «quaisquer indícios» de um plano para substituir a democracia por uma ditadura. Ainda bem! Creio que ninguém estaria à espera de que encontrasse isso.
O que é discutível - no plano teórico - é se esse é o conceito legal de «atentado ao Estado de Direito».
Não caberá neste conceito a tentativa de controlar meios de comunicação social privados?
Ou, pelo menos, a de silenciar as vozes mais criticas e contundentes?
Freitas do Amaral, revista Visão, 26fev10
O que é discutível - no plano teórico - é se esse é o conceito legal de «atentado ao Estado de Direito».
Não caberá neste conceito a tentativa de controlar meios de comunicação social privados?
Ou, pelo menos, a de silenciar as vozes mais criticas e contundentes?
Freitas do Amaral, revista Visão, 26fev10
"Atentado ao Estado de Direito" stritu sensu
O PGR tem, pois, razão ao dizer que «neste momento» o caso das escutas, na Face Oculta, «é meramente político». Só o é, porém porque o PGR optou por uma interpretação muito restritiva do conceito de «atentado ao Estado de Direito». Até ele o fazer, o caso era essencialmente jurídico.
Tal caso passou do mundo do Direito para o mundo da política, pura e simplesmente, por meio de uma decisão jurídico-política do PGR.
Freitas do Amaral, Revista Visão,26fev10
Tal caso passou do mundo do Direito para o mundo da política, pura e simplesmente, por meio de uma decisão jurídico-política do PGR.
Freitas do Amaral, Revista Visão,26fev10
terça-feira, fevereiro 09, 2010
É de democracia que estamos a falar
Se quiserem um exemplo de uma das maiores ameaças às democracias deste tempo, têm-no aqui: esta aliança de interesses fabricada e executada entre aqueles que detêm o poder do Estado, do capital e do crédito tendo em vista o controlo do espaço público, de uma maneira que sirva as pretensões de domínio de cada um.
Se for verdade, foi dentro desse jogo de favores que Sócrates degradou o nosso Estado e a nossa democracia.
Pedro Lomba, Publico, 9fev10
Se for verdade, foi dentro desse jogo de favores que Sócrates degradou o nosso Estado e a nossa democracia.
Pedro Lomba, Publico, 9fev10
"É o Estado de direito democrático que pode estar em causa." (*
(*) Ana Gomes, blogue Causa Nossa, comentando as escutas e o despacho do juiz de Aveiro
segunda-feira, fevereiro 08, 2010
"Isto já não tem sequer energia para se revoltar" #2
Se estes novos dados conhecidos não tiverem consequências, é porque não prezamos a liberdade e a democracia como devíamos e merecemos os governantes que temos.
Pacheco Pereira comentando o teor do despacho do juiz de Aveiro, publico.pt,7fev10
Pacheco Pereira comentando o teor do despacho do juiz de Aveiro, publico.pt,7fev10
quinta-feira, janeiro 28, 2010
A liberdade de não gostar
O Parlamento francês resolveu nomear uma comissão para debater um magno assunto: o uso de véu integral no espaço público. A coisa é de uma enorme importância. Afinal de contas, o niqab e a burka são usados por menos de duas mil mulheres num total de cinco a seis milhões de muçulmanos. Ou seja, menos de 0,1% das muçulmanas em França.(...)
[Constitui] um ataque a esse valor que eu gostava de acreditar que ainda é europeu: o da liberdade individual. E essa liberdade individual inclui o direito a ser conservador. Posso não gostar. Mas a liberdade dos outros é para isso mesmo: para aquilo que eu não gosto nos outros.
[Constitui] um ataque a esse valor que eu gostava de acreditar que ainda é europeu: o da liberdade individual. E essa liberdade individual inclui o direito a ser conservador. Posso não gostar. Mas a liberdade dos outros é para isso mesmo: para aquilo que eu não gosto nos outros.
Daniel Oliveira, arrastão,27jan10
sábado, janeiro 09, 2010
O 25 de Abril das lésbicas e dos gays
Ergueram-se os copos e fez-se um brinde à liberdade em plena rua no dia em que o Parlamento aprovou o alargamento do casamento aos homossexuais, descrito pela artista plástica Ana Vidigal como “o 25 de Abril das lésbicas e dos gays”.
publico.pt
publico.pt
quarta-feira, dezembro 09, 2009
"Se substituíssemos a palavra "muçulmano" pela palavra "judeu", ninguém aceitaria as coisas que se dizem"
Stefano Allievi, especialista em sociologia das religiões e das mudanças culturais.
publico, 6dez09
publico, 6dez09
não é à custa do mínimo de dignidade que se ergue um verdadeiro desenvolvimento
"O crescimento do ordenado mínimo é um passo essencial. Se cria problemas a alguns, é a sua vez de os resolver, porque não é à custa do mínimo de dignidade que se ergue um verdadeiro desenvolvimento"
O presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social, D. Carlos Azevedo
publico,7dez09
terça-feira, dezembro 08, 2009
Nacionalidade: Sara Ocidental

“Volto a dizer, o Governo de Espanha é cúmplice de Marrocos e ambos os governos querem empurrar-me para a morte”, denunciou Aminatu Haidar .
A activista recorreu à greve de fome como protesto contra a proibição de um regresso a casa, e aos seus filhos, imposta por Marrocos – de onde foi expulsa no dia 14 de Novembro, depois de ter assinado um documento em que escrevia “Sara Ocidental” no espaço reservado à nacionalidade, quando voltou de uma viagem ao estrangeiro. Haidar foi detida, interrogada, privada de telefones e passaporte, e forçada a voar até Lanzarote, onde se encontra desde então.
O Sara ocidental, ex-colónia espanhola, foi anexada por Marrocos nos anos 1970. Rabat ofereceu uma ampla autonomia à região, mas a Frente Polisario, apoiada pela Argélia, recusou-a e exigiu um referendo sobre a autodeterminação da região.
A activista recorreu à greve de fome como protesto contra a proibição de um regresso a casa, e aos seus filhos, imposta por Marrocos – de onde foi expulsa no dia 14 de Novembro, depois de ter assinado um documento em que escrevia “Sara Ocidental” no espaço reservado à nacionalidade, quando voltou de uma viagem ao estrangeiro. Haidar foi detida, interrogada, privada de telefones e passaporte, e forçada a voar até Lanzarote, onde se encontra desde então.
O Sara ocidental, ex-colónia espanhola, foi anexada por Marrocos nos anos 1970. Rabat ofereceu uma ampla autonomia à região, mas a Frente Polisario, apoiada pela Argélia, recusou-a e exigiu um referendo sobre a autodeterminação da região.
quinta-feira, dezembro 03, 2009
Muçumanos de todo o mundo: uni-vos!
"os mais ricos dos países muçulmanos retirarem o seu dinheiro dos bancos suíços”. Genebra é um importante centro financeiro e gestor de fortunas, muito procurado pelos árabes do Golfo. “Esvaziem os cofres da confederação”, pediu Cohn-Bendit num texto que será hoje publicado no diário suíço "Le Temps". “A Suíça habituou-nos a estas atitudes. Penso, claro, na II Guerra. Não teve nenhum problema em sacrificar os que pediam asilo”, escreveu.
Cohn-Bendit em resposta ao resultado Suiço do referendo que proibiu a construção de minaretes (torres das mesquitas)
in publico,2dez09
Cohn-Bendit em resposta ao resultado Suiço do referendo que proibiu a construção de minaretes (torres das mesquitas)
in publico,2dez09
quarta-feira, novembro 18, 2009
Uma questão de dignidade #2
O PSD defende a solução inglesa, que é um casamento sem o nome casamento. Mas vocês querem o nome. O símbolo é assim tão fundamental?
É. (...) a nossa vida é simbólica, organizamos a nossa percepção do mundo através de símbolos. Eu digo às pessoas que se um determinado segmento da população pode aceder a uma coisa chamada casamento e há outro segmento específico que só pode aceder a uma coisa chamada união de facto, mesmo que tenha os direitos iguais, estou a dizer que há uma hierarquia e que uma coisa é mais digna do que outra.
Não estou a reconhecer igual dignidade.
Miguel Vaz de Almeida, deputado do PS
jornal i,14nov09
É. (...) a nossa vida é simbólica, organizamos a nossa percepção do mundo através de símbolos. Eu digo às pessoas que se um determinado segmento da população pode aceder a uma coisa chamada casamento e há outro segmento específico que só pode aceder a uma coisa chamada união de facto, mesmo que tenha os direitos iguais, estou a dizer que há uma hierarquia e que uma coisa é mais digna do que outra.
Não estou a reconhecer igual dignidade.
Miguel Vaz de Almeida, deputado do PS
jornal i,14nov09
terça-feira, novembro 17, 2009
Uma questão de dignidade
Temos uma maioria da população que pode escolher entre não fazer nada, viver em união de facto ou casar civilmente. E temos uma minoria que só pode escolher entre não fazer nada e viver em união de facto.
E não pode aceder à fórmula que o Estado reconhece como a mais digna ou a mais completa.
Ao impedir essa minoria de aceder a isso, está a dizer que as suas relações não são dignas.
Miguel Vaz de Almeida, deputado do PS
jornal i,14nov09
E não pode aceder à fórmula que o Estado reconhece como a mais digna ou a mais completa.
Ao impedir essa minoria de aceder a isso, está a dizer que as suas relações não são dignas.
Miguel Vaz de Almeida, deputado do PS
jornal i,14nov09
terça-feira, novembro 10, 2009
Subscrever:
Mensagens (Atom)





